domingo, dezembro 21, 2008

Tejo

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Manuel Faia
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Madrugada,
Descobre-me o rio
que atravesso tanto
para nada,
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E este encanto,
prende por um fio,
é a testemunha do que eu sei dizer.
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E a cidade,
chamam-lhe Lisboa,
mas é só o rio
que é verdade,
só o rio,
é a casa de água,
casa da cidade em que vim nascer.
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Tejo, meu doce Tejo, corres assim,
corres há milénios sem te arrepender,
és a casa da água onde há poucos anos eu escolhi nascer.
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Letra: Pedro Ayres de Magalhães
Música: José Peixoto
Interpretado: Madredeus

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