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Sir James Thornhill
A morte não é um bem,
Os próprios deuses o sabem.
Eles preferiram viver…
Safo (séc. VI a. C.)
trad. de David Mourão-Ferreira
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quarta-feira, junho 20, 2012
sexta-feira, maio 25, 2012
entre o mar, a areia e o sol
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Podemos chorar porque te foste,
ou sorrir porque viveste.
Podemos fechar os olhos e rezar para que voltes,
ou abrir os olhos e ver tudo o que nos deixaste
O nosso coração pode estar vazio porque não te pode ver,
ou estar cheio do amor que compartilhámos.
Podemos virar costas ao amanhã e viver no ontem,
ou sermos felizes para o amanhã por causa do ontem.
Podemos lembrarmo-nos de ti só porque te foste,
ou engrandecermos a tua memória e viver com ela.
ficar vazios e virar costas à vida,
ou podemos fazer o que tu querias:
sorrir, abrir os olhos, amar e seguir em frente
entre o mar, a areia e o sol
Libertamos-te
para a dança dos astros e dos planetas
Libertamos-te
nas mãos do fazedor de estrelas e no sopro do vento.
Amamos-te e sentimos muito a tua falta mas queremos-te feliz.
Vai em segurança, vai dançando no vento, vai para casa.
tradução/adaptação livre dos poemas:
"You can shed tears that she is gone" by David Harkins
and
"Responses for a Cremation" by Ruth Burgess
Fotografias pessoais
Fotografias pessoais
Quando eu morrer...
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Amo com um amor mais forte e mais profundo
Esta praia extasiada e nua,
A tua beleza aumenta quando estamos sós.
E tão fundo, intimamente, a tua voz
E tão fundo, intimamente, a tua voz
Segue o mais secreto bailar do meu sonho.
Que momentos há em que eu suponho
Seres um milagre criado só para mim.
sábado, março 31, 2012
sábado, dezembro 24, 2011
Natal
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Hoje foi o teu primeiro, Nicinha...
......................................... e a saudade já é imensa...
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postal antigo encontrado na net
Há-de vir um Natal e será o primeiro
em que se veja à mesa o meu lugar vazio
David Mourão-Ferreira
terça-feira, dezembro 20, 2011
Aos que amo e aos que me amam... não vão chorar sobre a minha campa
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René Magritte
Quando eu já não estiver aqui, deixem-me partir,
tenho tantas coisas a fazer e a ver…Não chorem muito quando pensarem em mim,
agradeçam, sim, pelos belos e bons anos que passámos juntos.
Dei-vos o meu amor e vocês poderão adivinhar
a felicidade que me deram.
Agradeço o amor que cada um me demonstrou
mas agora é tempo de viajar sozinha.
Sofram por mim um pouco, se tiverem que o fazer;
depois, deixem que a fé vos dê força e conforto.
Estaremos separados apenas por algum tempo, por isso,
guardem e acarinhem as recordações no vosso coração.
Não estarei longe e a vida continua…
Se precisarem de mim, chamem, e eu virei.
Apesar de não me poderem ver ou tocar, eu estarei por perto,
e se escutarem com o vosso coração, perceberão claramente,
como o meu amor vos envolve com ternura.
E quando for altura de também partirem, estarei lá
para vos acolher com um sorriso e um bem vindos a casa.
Não vão chorar sobre a minha campa,
não estou lá, não, não estou lá.
Sou os mil ventos que sopram.
Sou o cintilar dos cristais de neve.
Sou a luz que atravessa os campos de trigo.
Sou a doce chuva do outono.
Sou o revoltear das aves
na calma do amanhecer.
Sou as estrelas que brilham na noite.
Não vão chorar sobre a minha campa,
não estou lá, não morri.
tradução livre dos poemas:
"To Those Whom I Love And Those Who Love Me" by Mary Alice Ramish
and
"A Hopi Prayer" by Mary E. Frye
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